Controle de Período de Experiência Excel - Planilha Grátis
Planilha para controlar admissão, prazo do contrato de experiência, avaliação parcial e decisão final no RH e DP.
Esta planilha controla o contrato de experiência no RH e no DP, acompanhando admissão, prazo inicial, avaliação parcial, nota, decisão final e data de término. Ela ajuda você a evitar vencimentos fora do prazo e a registrar se o colaborador será efetivado, prorrogado ou desligado.
Na aba Base_Experiencia, você lança os dados do colaborador e acompanha o status linha a linha. A imagem 1 mostra a base principal com colunas de matrícula, cargo, gestor, datas e observações; a imagem 2 traz o painel com indicadores resumidos; e a imagem 3 reúne as instruções de uso.
É uma planilha útil para quem fecha admissões, controla vencimentos e precisa chegar à data de decisão com registro organizado. Ela também reduz erro de prazo, que no período de experiência costuma virar problema na rescisão ou na efetivação.
As principais vantagens desta planilha de Excel
- Controla o período de experiência com datas de admissão, avaliação e término em uma única base.
- Ajuda você a acompanhar os 45 dias iniciais e a prorrogação até o limite de 90 dias, quando aplicável.
- Deixa visível quem está perto do prazo final, evitando decisão fora do tempo.
- Organiza a análise por situação, com campos para avaliação parcial, decisão final e status atual.
- Facilita o fechamento do RH/DP ao concentrar matrícula, cargo, setor, gestor e observações.
- Reduz erro operacional em contratos curtos, onde um dia a mais já muda a rotina de rescisão ou efetivação.
- Ajuda a padronizar o acompanhamento entre RH, gestor imediato e departamento pessoal.
Passo a passo
- Abra a aba Base_Experiencia e cadastre os colaboradores admitidos em contrato de experiência.
- Preencha matrícula, nome, CPF, cargo, setor, unidade, gestor e data de admissão.
- Informe o prazo inicial em dias e confira a data de término prevista para não extrapolar o contrato.
- Lance a data de avaliação parcial, a nota e a decisão final assim que o gestor devolver a análise.
- Use a coluna de nova data de término quando houver prorrogação formal dentro do limite legal.
- Consulte os dias para término e o status atual para priorizar os casos que vencem primeiro.
- Registre observações de efetivação, desligamento ou pendência para deixar o histórico fechado.
Recursos incluídos
Como o RH usa uma planilha de Excel no contrato de experiência
Quem mais usa esse tipo de controle é você, no RH ou no DP, quando a admissão já aconteceu e começa a contagem do prazo. Em empresas com 20, 40 ou 100 pessoas, o contrato de experiência exige acompanhamento de data, retorno do gestor e decisão dentro do prazo certo.
Na prática, a aba Base_Experiencia centraliza matrícula, nome, cargo, setor, unidade e gestor imediato. Isso evita que você deixe um colaborador passar dos 45 ou 90 dias sem definição, o que costuma acontecer no fechamento da folha ou na virada do mês.
Um exemplo simples: uma indústria com 40 admissões no mês e prazo de 90 dias precisa olhar pelo menos 40 datas diferentes, mais as reavaliações intermediárias. Sem uma planilha, esse controle vira agenda solta, e um atraso de 3 dias pode bagunçar efetivação, desligamento e comunicação ao gestor.
Quem consulta essa base no dia a dia
O analista de DP usa a planilha para não perder prazo. A coordenadora de RH usa o painel para enxergar quantos contratos estão em avaliação e quantos já pedem decisão.
Quando a necessidade aparece
Ela pesa mais na admissão, na avaliação parcial e perto do vencimento do contrato. Se você tem uma operação com 12 colaboradores em varejo ou 200 contratos ao ano, a chance de esquecer uma data aumenta muito sem uma base única.
O que a CLT exige no período de experiência
O contrato de experiência é uma modalidade de CLT e precisa respeitar o limite legal de 90 dias, normalmente dividido em dois períodos. Na rotina, você costuma trabalhar com 45 dias iniciais e, se houver prorrogação formal, mais 45 dias, sem ultrapassar o teto.
O ponto técnico aqui é simples: se você deixar o prazo correr sem formalização, o contrato pode ser tratado como por prazo indeterminado. Isso afeta a rescisão, o cálculo de saldo e, em muitos casos, o risco de discussão sobre aviso prévio e verbas proporcionais.
Exemplo prático: um salário de R$ 2.400,00 em contrato de 45 dias prorrogado por mais 45 dias precisa ter a data final muito bem controlada. Se a empresa decide no 92º dia, ela já saiu do trilho do prazo e pode transformar um controle operacional em passivo trabalhista.
Por que a data manda mais que a opinião do gestor
O gestor pode querer manter ou desligar, mas quem fecha a conta é a data contratual. Por isso, a planilha precisa mostrar a data de admissão, o prazo inicial, a data prevista e a nova data de término de forma visível.
Qual posição técnica faz mais sentido
Para a maioria das empresas, é melhor padronizar 45 + 45 dias do que inventar prazos diferentes por unidade. Essa padronização reduz erro, facilita conferência no eSocial e deixa o histórico mais defensável se houver auditoria ou ação futura.
Onde o controle de experiência costuma dar errado
O erro mais caro é perder o prazo final e deixar o colaborador continuar sem decisão formal. Se isso acontecer com 15 pessoas ao longo do ano, você cria retrabalho de documentação, risco de ajuste de folha e possibilidade de discussão sobre vínculo sem limitação contratual.
Outro erro comum é lançar a avaliação parcial tarde demais e descobrir a falha só quando o gestor já foi embora, o que trava a decisão final. Numa empresa com 30 admissões por mês, bastam 5 atrasos para a planilha virar um problema real de comunicação e prazo.
Há também o erro de não registrar a decisão final e o motivo. Quando isso acontece, o RH perde rastreabilidade e fica sem base para explicar por que um contrato foi encerrado, prorrogado ou efetivado.
O custo operacional de um controle frouxo
Se cada pendência consumir 20 minutos para buscar e-mails, validar datas e falar com gestor, 10 casos já somam mais de 3 horas de trabalho. Em vez de gastar esse tempo com admissão e folha, você fica apagando incêndio em cima de prazo vencido.
O que a planilha resolve melhor que uma agenda solta
Ela cria alerta visual com campos de data e status, em vez de depender de memória ou planilha sem padrão. Para uma operação com 200 horas de acompanhamento ao mês em RH, esse ganho de organização faz diferença no fechamento e na conferência de documentos.
Na conferência final desses dados, a ficha de registro do empregado concentra as informações cadastrais que precisam ficar registradas junto ao acompanhamento de prazos e documentos.
Como transformar o controle em rotina fixa no RH
O melhor jeito de fazer a planilha funcionar é ligá-la ao seu ritual de fechamento da folha ou da admissão. Se você revisar a base sempre na segunda-feira e também no penúltimo dia útil do mês, a chance de esquecer contrato em aberto cai muito.
Na aba Resumo_Dashboard, você acompanha o volume de registros e enxerga a situação geral sem abrir tudo linha por linha. A imagem 2 mostra um painel que ajuda a priorizar quem está perto do vencimento e quem já depende de decisão.
Você também ganha tempo se copiar a base do mês anterior e usar a aba Instrucoes como padrão interno de preenchimento. Em controles de 20 a 50 contratos, isso evita digitação diferente para cada usuário e reduz erro de data.
Hábitos que mantêm a planilha viva
- Defina um dia fixo para revisar vencimentos e avaliações pendentes.
- Peça retorno do gestor antes da data de término, não depois.
- Padronize o preenchimento de matrícula, setor e unidade para facilitar filtro.
- Use o dashboard como base de reunião rápida com RH e liderança.
Quando vale migrar para sistema
Se você já controla dezenas de admissões por mês, integrações com eSocial e múltiplas unidades, a planilha passa a ser apoio e não sistema principal. Nessa hora, um software de folha ou ponto costuma ser mais seguro do que manter tudo manualmente.
Nessa mesma virada, a planilha de admissão de funcionário serve para organizar os dados de entrada antes que o controle mensal fique disperso em várias abas.
Perguntas frequentes sobre esta planilha
Ela controla o contrato de experiência do início ao fim: admissão, prazo inicial, data prevista de término, avaliação parcial, nota, decisão final, nova data de término, dias para vencer e observações.
Na prática de RH e DP, o contrato de experiência pode chegar a 90 dias no total, normalmente com 45 dias iniciais e uma prorrogação de 45 dias. Passou disso, você já entra em risco de descaracterizar o prazo.
Sim. Ela deixa a data de término prevista e os dias para término visíveis, o que reduz o risco de deixar vencer contrato sem decisão formal. Em equipes com várias admissões no mês, isso faz diferença no fechamento.
Sim. A coluna de decisão final serve justamente para registrar se o colaborador foi efetivado, prorrogado ou desligado, e a coluna de observações ajuda a guardar o histórico de cada caso.
Sim. A aba Resumo_Dashboard concentra a visão consolidada para você acompanhar o volume de registros e identificar pendências sem abrir a base inteira.
Não. Ela funciona muito bem como controle operacional de RH e DP, mas se sua empresa já tem alto volume, várias unidades ou integração pesada com eSocial, um sistema costuma ser mais adequado.
Escrito e revisado por
Juliana Almeida
Analista de RH e Departamento Pessoal
Juliana Almeida e analista de RH e Departamento Pessoal com mais de 15 anos de experiencia em empresas brasileiras. Ja cuidou de admissoes, folha, jornada, escalas, adicionais e rotinas do eSocial para centenas de funcionarios, e monta cada planilha para refletir a CLT e o dia a dia de quem trabalha com RH e DP no Brasil.